Aplicativo Táxigov deverá substituir frota do governo

Aplicativo Táxigov

aplicativo táxigov

Segundo Dyogo de Oliveira (Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão), disse na abertura da 3ª Semana de Inovação em Gestão Pública que foi realizada nos dias 16 e 19 de outubro, que o “Brasil ainda é analógico” e iniciativas de transformação digital têm o objetivo de melhorar relações entre o Estado com o cidadão brasileiro. Referindo-se que o governo deve possuir uma maior transparência para diminuir a tão desgastada imagem da política brasileira.

Entre vários projetos citados, um ganha destaque nas principais notícias que é o Aplicativo Táxigov, uma iniciativa do governo em reduzir gastos da Administração Pública, que são utilizados para manter frotas de carro, seguros, combustível, contingente pessoal e custos de manutenção.

O serviço já vem sendo utilizado por 16 órgãos públicos, e deverá ser utilizado por todos que trabalham na esplanada dos ministérios até fevereiro de 2018, posteriormente em São Paulo e Rio de Janeiro, onde há grande utilização de transporte por servidores federais. A expectativa do governo é de reduzir em 20 milhões por ano o gasto com transporte. Ficam de fora os Ministros e Secretários que permanecem utilizando veículos próprios ou alugados pelo órgão público.

Táxigov é similar aos atuais aplicativos de transporte utilizado como: Uber e 99Taxi, conta com sistema de avaliação do usuário, e permite o governo monitorar, informações sobre o trajeto, motivo da viagem, tempo de espera e se o caminho foi o menor possível. Isso reduziria a possibilidade de mau uso, pois agora o servidor sabe que passará a ser monitorado.

A empresa de transporte que atende ao aplicativo será escolhida mediante licitação, com contrato válido por um ano, critério de escolha será o maior desconto possível sobre o preço tabelado. Em Brasília, o desconto foi de 14,8%, e apenas as cooperativas de táxi participaram da primeira licitação, já as empresas como Uber e o Cabify que passaram por processo de regulamentação este ano, estarão aptas a participarem da próxima licitação, sendo assim, o critério será o mesmo para as cidades do Rio e São Paulo posteriormente.

Fontes: O Globo e InforChannel

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